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LínguasRecuperação - Módulo II

Atendendo à análise da obra \"O Auto da Barca do Inferno\" de Gil Vicente, responde às questões que se seguem, selecionando a resposta que te parece mais adequada.

1. O autor da peça Auto da Barca do Inferno é:

. a. Luís de Camões.
. b. Gil Vicente.
. c. Sá de Miranda.
2. O seu autor viveu entre os:

. a. séculos XV e XVI.
. b. séculos XIV e XV.
. c. séculos XVI e XVII.
3. Um tipo social:

. a. é uma pessoa que frequenta eventos e se relaciona facilmente com os outros.
. b. é uma personagem que representa uma classe social, profissão ou mentalidade.
. c. é uma personagem que possui dimensão individual, apresentando diversas qualidades e defeitos.
4. Esta obra é considerada uma sátira, ou seja:

. a. um texto que ridiculariza vícios ou defeitos de uma pessoa, época ou instituição.
. b. uma peça de teatro com mais do que dez personagens.
. c. um texto em verso que pretende elogiar as virtudes de uma pessoa.
5. A ação decorre:

. a. a bordo da Barca do Inferno, comandada pelo Diabo.
. b. a bordo de duas barcas, durante a viagem destas até ao seu destino.
. c. num cais, onde se encontram as duas barcas.
6. A primeira personagem a chegar ao cais é

. a. o Onzeneiro.
. b. o Parvo.
. c. o Fidalgo.
7. O Fidalgo surge acompanhado de elementos que demonstram o seu estatuto social:

. a. joias, roupa luxuosa e um cavalo.
. b. um pajem, um manto e uma cadeira de espaldas.
. c. uma coroa, uma capa e um trono.
8. O destino de cada alma é decidido, tendo em consideração

. a. o seu estatuto económico e social.
. b. o facto de a alma trazer ou não um óbolo para a passagem.
. c. as suas ações na Terra.
9. Apesar de ter sido tirano e de ter cometido adultério, o Fidalgo esperava ser aceite no Paraíso, por:

. a. ter deixado na Terra quem rezasse por ele.
. b. ter respeitado os preceitos cristãos.
. c. se ter confessado antes de morrer.
10. O Onzeneiro é acusado de:

. a. não auxiliar o próximo.
. b. cobrar juros excessivos.
. c. não dar esmola.
11. O Onzeneiro transporta um bolsão:

. a. com o óbolo para pagar a passagem.
. b. carregado com o dinheiro que acumulou.
. c. que simboliza a sua ambição e cobiça.
12. Esta personagem pretende voltar à Terra para:

. a. corrigir os seus erros.
. b. ir buscar o dinheiro que deixou.
. c. se despedir dos seus familiares e amigos.
13. Joane morreu:

. a. de acidente.
. b. por doença.
. c. por enforcamento.
14. Joane insulta o Diabo, porque

. a. este o convida a entrar na sua barca.
. b. ele o acusa de ter cometido pecados.
. c. ele coloca obstáculos à sua entrada.
15. Na cena do Parvo, o autor recorre ao calão e a obscenidades para provocar o riso. Esta estratégia denomina-se:

. a. cómico de situação.
. b. cómico de linguagem.
. c. cómico de carácter.
16. O Anjo aceita Joane na Barca da Glória, porque este:

. a. nunca cometeu pecados.
. b. nunca prejudicou outras pessoas.
. c. não errou por malícia.
17. O Sapateiro surge carregado de formas que simbolizam:

. a. os seus pecados.
. b. as suas virtudes.
. c. a dedicação ao seu ofício.
18. Apresentando-se como “Santo sapateiro honrado” (verso 311), esta personagem acredita que merece o céu, porque:

. a. cumpria as formalidades religiosas.
. b. nunca enganou ninguém.
. c. era honesto no cumprimento do seu ofício.
19. No entanto, o Sapateiro acaba por ser condenado, porque:

. a. não confessou os seus pecados antes de morrer.
. b. enganou e roubou o povo.
. c. os seus donativos à Igreja foram insuficientes.
20. O Frade surge acompanhado de:

. a. Brízida.
. b. Berzabu.
. c. Florença.
21. O Frade e a sua acompanhante entram em cena

. a. ajoelhados e a rezar.
. b. a dançar e a cantar.
. c. abraçados e a beijar-se.
22. Em vida, o Frade:

. a. não cumpriu os votos de castidade e de pobreza.
. b. respeitou todos os preceitos religiosos.
. c. não poupou o dinheiro suficiente para pagar a viagem.
23. Frei Babriel acreditava que iria para o Céu:

. a. por ser um servidor de Deus.
. b. uma vez que sempre fez o bem aos outros.
. c. porque usou os seus conhecimentos de esgrima para defender os oprimidos.
24. A Alcoviteira:

. a. não traz objetos associados à sua profissão.
. b. é acompanhada por várias moças.
. c. surge acompanhada de Joana de Valdês.
25. Brízida pretende entrar na Barca da Glória, porque:

. a. já foi muito castigada na Terra e “salvou” muitas moças.
. b. servia o clero, cumprindo os preceitos religiosos.
. c. converteu à fé cristã mais moças do que Santa Úrsula.
26. Além de criticar o ofício da Alcoviteira, esta cena satiriza também uma classe social. Qual?

. a. A nobreza.
. b. O povo.
. c. O clero.
27. Quando chega ao cais, o Judeu:

. a. oferece dinheiro ao Diabo para embarcar na sua barca.
. b. oferece ao Anjo quatro testões para o aceitar na Barca da Glória.
. c. surge acompanhado de uma cabra.
28. O Judeu é:

. a. acusado pelo Parvo de não respeitar os princípios cristãos.
. b. criticado pelo Anjo, por causa dos pecados que cometeu.
. c. elogiado pelo Diabo, por causa dos seus erros.
29. Finalmente, o Judeu:

. a. embarca na Barca do Inferno.
. b. vai a reboque da Barca do Inferno.
. c. segue na Barca da Glória.
30. O Corregedor e o Procurador:

. a. chegam juntos ao cais.
. b. trabalhavam na área judicial.
. c. não se conheciam.
31. Ao utilizador o latim, o Corregedor pretende:

. a. demonstrar o seu estatuto social.
. b. provar que a sua instrução é superior à do Diabo.
. c. mostrar a sua ligação à língua da Igreja.
32. As duas personagens que representam a Justiça são acusadas de:

. a. favorecerem os inocentes.
. b. desconhecerem a lei.
. c. não serem imparciais.
33. O elemento cénico que acompanha o Enforcado permite-nos:

. a. identificar a sua classe social.
. b. conhecer a forma como morreu.
. c. caracterizar a sua personalidade.
34. O Enforcado acreditava que o seu destino era o Paraíso, porque:

. a. Garcia Moniz o tinha convencido disso.
. b. era inocente das acusações.
. c. cria na existência de um Deus piedoso.
35. Na cena do Enforcado, a cadeia do Limoeiro é comparada ao:

. a. Paraíso.
. b. Purgatório.
. c. Inferno.
36. A cruz de Cristo carregada pelos quatro Cavaleiros

. a. permite identificá-los como seminaristas.
. b. prova que estes eram frades guerreiros.
. c. demonstra que estes lutaram pela expansão da fé.
37. A cena dos quatro Cavaleiros inicia-se com uma canção sobre as razões do destino das almas. A quem se dirigem estas palavras?

. a. Ao Diabo.
. b. Ao Anjo.
. c. Aos mortais.
38. Os Cavaleiros não falam com o Diabo, pois sabem que:

. a. todos os combatentes merecem o Céu.
. b. quem combate em nome de Deus tem entrada assegurada no Paraíso.
. c. este os acusará de vários pecados.
39. Os Cavaleiros:

. a. embarcam na Barca da Glória.
. b. ficam no cais.
. c. embarcam na Barca do Inferno.
40. O Diabo e o Anjo são figuras alegóricas, que representam, respetivamente:

. a. a Riqueza e a Pobreza.
. b. a Luxúria e a Hipocrisia.
. c. o Mal e o Bem.


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